quarta-feira, 29 de junho de 2011

Governo do Estado reafirma que vai cumprir a lei e pagar o piso salarial nacional aos professores

A proposta tem o impacto de R$ 22 milhões na folha salarial

  • (Foto: Antônio Carlos Mafalda/SECOM)
Assessoria Imprensa/ SECOM
Florianópolis/SC - Preocupado com a questão da greve dos professores, o governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira reuniram os deputados estaduais da base, o colegiado do Governo e os gerentes regionais de Educação, em três reuniões separadas durante esta terça-feira (14). Colombo e Pinho Moreira relataram aos participantes todo o contexto de negociações com o Sinte, que sempre estiveram dispostos a pagar o piso salarial e formatar uma nova carreira do magistério. "As reuniões foram importantes para transmitir nossas angústias, passar informações e reafirmar nosso compromisso com a Educação", explica o governador Colombo.
 
Ressaltando ao colegiado e aos deputados que todas as medidas possíveis já foram tomadas em benefício da categoria e que a categoria não cede, nem com a explicação e os números que mostram os limites financeiros do Estado. Colombo e Pinho Moreira reafirmaram que o Governo do Estado está cumprindo a lei de pagamento do piso salarial aos professores e que será enviada a Assembleia Legislativa a última proposta apresentado ao Sinte, onde o menor valor a ser pago é de R$ 1.483, mais as vantagens adicionais, como o triênio. A proposta do Governo contempla 100% da categoria e os ganhos dos professores são de 7% a 44%.
 
Para que sejam atendidos os benefícios aos professores e se respeite a disponibilidade financeira do Estado, o Governo do Estado incorporou os prêmios Educar, Jubilar e de assiduidade. A regência de classe varia de 17% a 25%. A proposta tem o impacto de R$ 22 milhões na folha salarial, enquanto que a proposta do Sinte aumentaria as despesas em R$ 37 milhões.
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Comentários
Cristiane
É uma poca vergonha e uma falta de respeito com as crianças, tanto da parte do governo que se faz de pobrezinho , ó coitados eles não arrecadam nada, tadinhos... e também da parte dos professores que ja passaram dos limites, as crianças sem aula, ja perderam todo o ritmo. Acho que essa greve ja virou birra de ambos os lados, e quem ta perdendo são os nossos filhos.
carlos alberto de souza silva
ta na hora do governo pensar na degola desses vadios que não querem trabalhar
leandro mello
VENHO ATRAVES EXPRESAR MINHA EXPRESAR MINHA SENSAÇAO DE RAIVA POIS ACHO UM ABSURDO O GOVERNO VIM A FALAR QUE NAO PODE ULTRAPASSAR OS 22 MILHOES QUER DIZER PRA GOVERNOS ANTERIORES TRABALHAREM MENOS DE UM MES E SE APOSENTAR AI TEM DINHEIRO SOBRANDO , PRA ELES GANHAM O QUE GANHAM PRA NAO FAZER NADA AI PODE , PRA ELES PEGAREM O REPASE DO FUNDEB QUE VEM JUSTAMENTE PARA OS PROFESSORES E ELES INVESTIREM EM OUTROS LUGARES AI PODE PRA ELES FICAREM FORA QUASE UM MES DO PAIS AI PODE SEM CONTAR QUE É COM NOSSO DINHEIRO , CHEGA DE NOS FECHARMOS OS OLHOS PARA ISSO NAO DA MAIS CARO AMIGO CARLOS ALBERTO OS PROFESSORES NAO SAO VADIOS E SIM FAZENDO OQUE TODOS NOS BRASILEIROS TERIAMOS QUE FAZER LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS CHEGA DE POLITICO GANHAR MUITO E O TRABALHADO QUASE NADA NAO SOU SO SINTE NEIM PROFESSOR E TAMBEM NAO TENHO VINCULO COM POLITICOS , SÓ QUERO EXPRESSAR MINHA REVOLTA QUE NAO PODEMOS MAIS FECHAR OS OLHOS QUE NAO É SÓ NA EDUCAÇAO QUE ISSO ACONTECE E SIM EM OUTRAS AREAS VAMOS LA LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS DESDE JA MEU MUITO OBRIGADO PELO ESPAÇO
Luiz
Os alunos também deveriam fazer greve!!! Por qualidade de ensino, além da falta de alguns professores, há aqueles que vão para a escola e não oferecem o devido ensino, "aula"!!! Falam sobre suas vidas, seus problemas, suas conquistas... Algumas aulas se resumem em: - Copiem tal página de tal livro. Muito interessante!!! Aulas prejudicadas, férias sem viagem tão "esperada" e quem sabe aulas aos sábados!!! Como os alunos pagarão por isso?

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